AS NOSSAS PARTILHAS
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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O NOSSO MAGUSTO


Para comemorar o S. Martinho, deslocamo-nos à Trofa, ao Jardim de Infância do Muro. Nós levamos castanhas, presentes, alegria... Ah! Também lhes oferecemos um CD com a musica da "Galinha Patareca" e os números até 10. Eles receberam-nos com carinho, sorrisos, castanhas, um recreio convidativo à brincadeira, "vinho"...


Sim "vinho" pois


"No S. Martinho comem-se as castanhas e prova-se o vinho"


Para não alterar o ditado, bebemos "vinho" (groselha)

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

História da Maria Castanha
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A MARIA CASTANHA

Há muitos, muitos anos havia uma cabana no meio da floresta on­de viviam seis duendes muito endiabrados. Usavam todos um barrete laranja e uma roupa de cor diferente. Eles gostavam muito de brincar e cantar. O que tinha a roupa azul chamava-se Azulinho. O outro que andava vestido de verde era o Verdinho. O que tinha a roupa cor de laranja chamavam-lhe Laranjinha. O quarto andava vestido de Branco, era o Branquinho. O quinto tinha a roupa amarela e chamavam-lhe Amarelinho. E o sexto andava vestido com uma roupa vermelha, era o Vermelhinho.
Cada manhã, um dos duendes encarregava-se das tarefas da ca­sa, enquanto os outros corriam e brincavam na floresta. Mas quando chegava o domingo, já todos os duendes tinham feito as suas tarefas e nenhum queria trabalhar.
Assim, aos domingos, ninguém fazia as camas, nem varria a casa, nem limpava o pó e, o pior de tudo, era que nenhum deles fazia a co­mida! Por isso, aos domingos, estavam todos de mau humor e zanga­dos e acabavam quase sempre o dia a brigar uns com os outros.
No outro lado da floresta, vivia um avô com a sua neta, que era uma menina muito bonita chamada Maria Castanha.
Deram-lhe este nome porque ela e o seu avô apanhavam casta­nhas e iam vendê-Ias no mercado da povoação.
Cada vez que iam para a floresta, o avô dizia à Maria Castanha:
- Toma atenção, não te afastes muito e sobretudo não passes para o outro lado do rio. Lembra-te que vivem lá os duendes da cabana.
- Os duendes são maus, avô? - perguntou a menina.
- Não, não são maus, mas gostam muito de fazer travessuras.
Já há muito tempo que não havia passagem para o outro lado do rio, mas num dia de uma grande tempestade um castanheiro muito grande caiu e ficou atravessado no rio. E naquela tarde a Maria Castanha foi à floresta apanhar flores e andando, andando, passou por cima da árvore para o outro lado do rio e encontrou a cabana dos duendes.
Quando os duendes a viram, ficaram muito contentes. Depois, per­guntaram-lhe como é que ela se chamava, onde vivia e se queria ficar a brincar um bocado com eles. Assim, todos juntos, estiveram a tarde inteira a brincar: às escondidas, aos cinco cantinhos, ao lenço, ao gato e ao rato...
Mas, de repente, a Maria Castanha percebeu que estava a escure­cer:
- Bem, agora tenho que voltar para casa do meu avô - disse a ela
Naquele momento, os duendes deram as mãos e fizeram uma roda à volta da menina e começaram a cantar:
- Não, não; tu não te irás embora. Não, não; não regressarás.
A princípio, a Maria Castanha pensou que eles estavam a brincar,mas depois de um bocado, vendo que já era quase de noite, disse:
- Pronto, já chega. Agora é que me vou embora.
E os duendes tornaram a dar as mãos e cantaram: não, não, não irás embora.
A pobre Maria Castanha, com a voz a tremer um bocadinho, per­guntou:
- Mas por que é que não me deixam partir?
- Escuta bem: amanhã é domingo, e aos domingos nenhum de nós quer trabalhar nem fazer a comida! E não fazemos nada, só bri­gamos uns com os outros. Mas, se tu ficares, tratarás da casa e, sobretudo, poderás fazer o comer.
- Mas o meu avô vai ficar preocupado.
- Basta que lhe mandes uma mensagem a dizeres onde estás e
pronto.
- Sim, mas aqui na floresta não há carteiro.
- Não faz mal, mas temos o velho Krock.
- Quem é o velho Krock?
Os duendes bateram palmas e começaram a gritar: «Velho Crock!" Nesse momento, ao longe ouviu-se «croc, croc, croc", o ruído de um pássaro grande, e de repente viram chegar a voar uma espécie de corvo muito grande, azul da cabeça aos pés, menos o bico que era amarelo. A Maria Castanha, então, escreveu em letras grandes num papel:
«Avô, não fiques preocupado, fico até amanhã com os duendes." O velho Krock agarrou no papel com o bico e voou até à casa do avô da menina. No dia seguinte, a menina levantou-se para arrumar a casa: acendeu a lareira, fez as camas, fez a comida, e ficaram todos muitos contentes.
Quando chegou a tarde, a Maria Castanha quis ir-se embora...,
mas os duendes deram as mãos e fizeram uma roda à volta dela.
- Não, não, tu não te irás embora.
E a menina começou a chorar.
- Mas, por que é que não me posso ir embora?
- Podes ir embora mas tens que prometer que vens todos os do­mingos para arrumar a casa e... fazer a comida!
A Maria Castanha prometeu. Mas antes de ela se ir embora ainda lhe disseram:
- Se não cumprires o que prometeste, nós ficaremos muito zanga­dos contigo e o velho Krock, como castigo, rouba-vos todas as casta­nhas antes de as poderem vender.
A Maria Castanha prometeu e por fim pôde regressar a casa do seu avô.
Nos dois domingos seguintes a menina foi arrumar a cabana dos duendes, mas no terceiro domingo a menina disse ao avô:
- Acho que desta vez não vou. Estou cansada.
- Está bem - disse o avô, - então temos que trancar bem as jane­ças e as portas, porque o velho Krock pode vir roubar-nos as casta­nhas.
Quando já estava tudo trancado e fechado e a menina e o avô dor­miam descansados, ouviram alguém a bater à porta e uma velhinha a gemer:
- Sou uma pobre velhinha que me perdi na floresta; se me pudes­sem ensinar o caminho...
O avô levantou-se e desceu para abrir, mas, em vez de uma velhi­nha, viu que era um dos duendes que tinha disfarçado a voz e atrás deles estavam os outros, que entraram a correr dentro da casa. Uns empurraram o avô contra uma parede para que não fugisse, outros fo­ram ao quarto da menina para que não acordasse e os outros foram abrir as janelas para o velho Krock entrar. Este levava um saco muito grande e levou todas as castanhas que encontrou. O corvo saiu a voar e os duendes, mais espertos do que uma raposa, desaparece­ram sem deixar rasto.
O avô e a Maria Castanha ficaram a chorar toda a noite enquanto lá fora começava uma grande tempestade de raios, trovões e vento.
No dia seguinte, o avô disse:
- Aqueles duendes são uns ladrõezecos. Vamos procurar o guarda da floresta. Ele vai ajudar-nos a fazer com que nos devolvam as casta­nhas.
O guarda da floresta, ao saber o que tinha acontecido, pegou no seu cajado, chamou o cão e disse:
- Vamos, vou já dar uma lição a estes duendes.
O avô e a Maria Castanha seguiram atrás dele.
Mas, por mais que procurassem, não encontraram a cabana dos duendes em lugar nenhum. A grande tempestade daquela noite tinha­-a derrubado e feito desaparecer. Passado um bocado, viram umas pegadas no chão, debaixo de um grande castanheiro. Em cima da ár­vore estavam os duendes, cansados, encharcados, sujos, a espirrar e a chorar. Estavam todos ao monte, cheios de fome e de frio. Noutro ramo, com as penas cheias de lama, todo molhado, estava o velho Krock.
- Fomos bem castigados - disse um dos duendes. - Por pouco não morremos e ficámos sem casa. Perdoem-nos, nunca mais fare­mos isso!
O avô e a Maria Castanha tiveram pena deles e disseram-lhes: - Se não têm casa, podem ir viver connosco, lá ficam bem.
- Obrigado, obrigado! - disseram os duendes. - Prometemos que
vamos ser bonzinhos e que vamos trabalhar. Faremos todos os reca­dos, lavamos, varremos a casa, vamos apanhar lenha, não precisam de fazer nada... só a comida, porque a Maria Castanha cozinha me­lhor do que ninguém.
- Tudo isso está muito bem - disse o guarda da floresta: - mas vo­cês têm que ir buscar as castanhas e devolvê-Ias agora mesmo!
Então, os duendes e o velho Krock desapareceram floresta dentro e trouxeram de um esconderijo as castanhas que tinham levado, e até apanharam mais, enchendo três grandes sacos.
Depois, regressaram todos para casa do avô, muito contentes. Os duendes fizeram o seu quarto no palheiro, e o velho Krock encontrou no telhado um tronco bem forte onde fez a sua casa.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Está a chegar o S. Martinho

Hoje, e porque está a chegar o dia de S. Martinho estivemos a ouvir a lenda que deu o nome a esse dia, contada pela EB1 Nº 3 de S. João da Tralha.
A Lenda De S. Martinho
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No final cantamos a canção:

"Há festa na escola" (música "Apita o comboio")

Caem as castanhas
lá no castanheiro
corro a apanha-las
não gasto dinheiro

Castanhas quentinhas
que boas que são
cuidado meninos
não queimem a mão

Olha e S. Martinho
de Sol a espreitar
uma fogueirinha
toca a festejar

Castanhas quentinhas
que boas que são
cuidado meninos
não queimem a mão

Que lindas que são
ao lume a estalar
Vamos lá meninos
vamos lá provar

Castanhas quentinhas
que boas que são
cuidado meninos
não queimem a mão

Há festa na escola
vamos lá cantar
assar as castanhas
e depois brincar

Castanhas quentinhas
que boas que são
cuidado meninos
não queimem a mão

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

O DIA/NOITE TÃO ESPERADO CHEGOU

Foi uma semana trabalhosa mas intensamente vivida.

Todos os dias tínhamos uma tarefa especial:


Fizemos fantasmas para enfeitar a sala



Construimos as nossas próprios chapéus e fatos de bruxas/os.



Fizemos tarântulas para tornar os nossos chapéus ainda mais terríficos!


HOJE FINALMENTE CHEGOU O DIA TÃO ESPERADO



Com a ajuda das Mães, Avós, Teresinha e Professora, que nos mimaram com alguns
"petiscos do outro mundo":


Olhos de fantasma (pipocas)
Caganitas de morcego cego da Mongólia (buracos de filipinos)
Bolo de lama do pântano com cobertura de formiga ANTZ (bolo de chocolate)
Delicia do outro mundo (bolo de mel?)
Línguas de veado
Línguas de drácula (batatas fritas)
Sangue de unicórnio coagulado (gelatina)
Sangue fresco de corvo (sumo de morango)

tivemos um dia em cheio.




TÍNHAMOS A FELICIDADE ESTAMPADA NO ROSTO



OBRIGADA A TODOS QUE NOS PROPORCIONARAM UM DIA TÃO DIVERTIDO




quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Preparando o Dia das Bruxas

Iniciamos a semana com a leitura deste livro

"O Leonardo é um gato preto, muito solitário, que passa o tempo todo na biblioteca. Certo dia, ao ler A Enciclopédia das Bruxas, descobre que elas adoram gatos pretos. Mas como poderá o Leonardo encontrar uma bruxa, se nunca na sua vida viu nenhuma? E todas as vezes que pergunta: «Desculpa... Por acaso és uma bruxa?», engana-se sempre! Por fim, o gato Leonardo desiste e regressa à biblioteca... sem desconfiar de que há uma grande surpresa à sua espera!"

Sinopse retirada daqui

Esta leitura tinha uma dupla funcionalidade: Reter informação sobre o que caracteriza uma bruxa, uma vez que nos vamos transformar em bruxas na próxima sexta-feira, mas também adquirir conhecimentos sobre quais os comportamentos mais adequados quando estamos numa biblioteca.

Aprendemos então:

As bruxas têm meias ás riscas

As bruxas gostam de gatos pretos

Usam vassoura

Fazem as poções mágicas num caldeirão

Na cabeça usam um chapéu pontiagudo, preto.
Como nos queremos transformar em bruxinhas aprendizes como as do livro, começamos a fazer as roupas.
A mãe da Carlota ofereceu-nos o "tecido" para a roupa. OBRIGADA MAMÃ.
Nós fizemos os chapéus.
Como somos amigos do ambiente, aproveitamos materiais de desperdício, na confecção dos nossos trajes.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

...Nada se perde, tudo se transforma

Com o velho se faz novo.

Com embalagens de ovos, estivemos a fazer manjericos. Não podíamos deixar passar em branco as festas da nossa cidade!




Depois de cortados os "vasinhos", foi preciso pinta-los.



E pronto! Ficaram bonitos.

domingo, 4 de maio de 2008

Vamos mimar a Mãe

Qual é a mãe que resiste a um poema ou um canção do seu filho?!


Aqui vos deixo este pequeno texto, que pode ser recitado como poema ou cantado com a melodia da canção "Que linda falua":


Mãezinha querida

Que linda, tão bela
Tanto amor me dá…
É a flor mais bela
Que no mundo há!

Seus beijos e mimos
São provas de amor,
São raios que brilham
E me dão calor.

Mãezinha querida,
Eu vou-te dizer
És a mãe mais querida
Que eu podia ter.

Embora não tenha estado presente esta semana, espero que os vossos filhinhos tenham cantado esta canção como tão bem cantavam durante os ensaios.

Bom dia da Mãe para as mães dos meus meninos/as

Gosto tanto da minha mãe!

Mãe, és uma flor em botão. Um beijinho (Nuno)

Um xi-coração. Gosto muito de ti, porque me dás miminhos (Matilde)

Gosto muito de ti mãe, porque me dás muitos beijinhos (Joana)

Amo-te muito mãe, porque gostas de mim e me dás muitos beijinhos e abraços.(Safira)

Gosto de ti, porque me dás beijinhos e dinheiro (Diamantino)

Mãe gosto de ti porque me dás beijinhos e brincas comigo no meu quarto.(Lara)

A mãe dá-me beijinhos e carrinhos. Eu gosto dela.(João)

A minha mãe dá-me beijinhos, xi-corações e brinquedos. A mãe é linda e dorme comigo(Lucas)

A minha mãe é linda. Dá-me prendas dá livros e carros. Eu gosto dela. Um beijinho(Simão)

Gosto da mãe porque ela dá-me chiclets,sumos, rebuçados e chupas. Também me dá beijinhos e abracinhos. (Jéssica)

Gosto muito da minha mãe porque me dá muitos beijinhos e abracinhos(Alice)

Gosto da mãe porque é linda e vai dar-me um mano(Rita)

Mãe, gosto muito de ti porque me dás muitos carros, beijinhos e abraços (Francisco)

Mãe, és muito linda e gosto muito de ti. Dás-me muitos carros quando me porto bem. Muitos beijinhos e abraços.(Salvador)

A mãe é linda e gosto muito dela. Muitos beijinhos(André C.)

Mãe vou dar-te muitos beijinhos porque gosto muito de ti. Vais dar-me um mano que se vai chamar.. não sei(Rafael)

A mãe gosta muito de mim e dá-me imensos, imensos beijinhos. Dá-me muitas prendas. A mãe fez desenhos e borboletas para mim. Eu adoro a mãe.(Carlota)

Mãe vou cantar uma canção para ti. és linda, gosto muito de ti.(Vasco)

A mãe é muito linda, gosto dela. Ela dá-me carros. Ás vezes dá-me colo e beijinhos (Diogo)

Gosto da mãe porque me dá beijinhos, vê filmes comigo, compra-me gelados e dá passeios comigo. Beijinhos para ela (Francisca)

Gosto da mãe porque ela dá-me coisas. Iogurtes,bolachas e beijinhos(Fábio)

Eu gosto da minha mãe porque ela brinca comigo. Faz-me as vontades todas porque me porto bem. Compra-me brinquedos e dá-me muitos beijinhos e abraços. (André R.)

Mãe és muito bonita. Gosto muito de ti e vou-te dar esta prenda. Muitos beijinhos e xi-corações (Mariana)

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Dia Internacional do livro infantil

Dia Internacional do Livro Infantil comemora-se a 2 de Abril em homenagem ao escritor Hans Christian Andersen, que nasceu nessa data.

terça-feira, 18 de março de 2008

Gosto muito do meu Pai





alt : http://www.youtube.com/v/sLXlHxgUrAo



APESAR DA FILMAGEM NÃO SER BOA, VEJAM COMO

FICOU BONITA A NOSSA ENTRADA


O meu pai trata-me das feridas. (Safira)

O meu pai é meiguinho (Lara)

O meu pai dá-me carros (Lucas)

O meu pai leva-me a passear ao parque da cidade (Matilde)

O meu pai deu-me umas sapatilhas novas (Rafael)

O meu pai é meu amigo (Safira)

O meu pai dá-me muitos beijinhos quando chega a casa.(Francisco)

O meu pai dá-me muitos beijinhos (Joana)

O meu pai brinca comigo e joga à bola (Vasco)

O meu pai anda comigo de bicicleta e joga à bola (André R.)

O meu pai dá-me muitos beijinhos(Francisca)

O meu pai brinca comigo. (Carlota)

O meu pai deu-me uma bicicleta e um skate.(Jéssica)

O meu pai brinca comigo.(Diogo)

Quando o meu pai não tem dinheiro, não me compra nada,mas eu gosto dele.(Salvador)

Um dia o meu pai deixou-me brincar com os carros dele. Ele emprestou-me o amarelo e eu emprestei-lhe o vermelho. (Nuno)

O meu pai compra-me muitas bolas.(João)

O meu pai lê-me histórias e brinca comigo na cama (Mariana)

Pega em mim e mete-me debaixo da cama.(Carlota)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Dia dos namorados


O AMOR ANDA NO AR

Hoje de tarde, para comemorar o Dia dos Namorados

as crianças assistiram a esta história ternurenta.


Depois foi a vez de passar para o papel o que ouviram pois os pais e as mães, que não conhecem a história e assim podem ficar a saber por quem o sapo se apaixonara.

Também pintaram e construiram um puzzel com um sapo gordinho e apaixonado.





FICARAM ASSIM BONITOS OS NOSSOS DESENHOS


segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Os três reis do oriente




Nós somos os três Reis
que viemos do oriente
trazer a boa nova
e cantar para toda a gente

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Magusto


Hoje foi um dia muito especial.

De manhã assistimos a um teatro infantil intitulado " Os quatro medos do Ouriço -Cacheiro .




De tarde, e como é tradição nesta altura do ano, comemoramos o S. Martinho com um Magusto.
Se quiser conhecer a lenda de S. Martinho carregue AQUI


terça-feira, 19 de junho de 2007

Sto António já se acabou.... venha conhecer o nosso S. João



"(...)o S. João do Porto é uma festa que nasce espontaneamente(...)é normalmente depois do jantar, constituído por sardinhas assadas, batatas cozidas e pimentos ou entrecosto e fêveras de porco na brasa, acompanhadas de óptimas saladas , jantar obviamente regado com vinho verde ou cerveja, mais modernamente. Findo o jantar, os grupos de amigos começam a encontrar-se, organizando rusgas de S. João, como são chamadas. As pessoas muniam-se de alhos pôrros e molhos de cidreira , actualmente as armas, são outras, mudaram para martelos de plástico, duros e ruidosos, mas que acabaram por ser bem aceites e hoje já fazem parte da tradição, Há alguns anos atrás, o S. João limitava-se a uma área da cidade que era constituída, pelas Fontainhas ( Ponto nevrálgico ), R. Alexandre Herculano, Praça da Batalha, R. Santa Catarina, R. Formosa ou R. Fernandes Tomás, R. de Sá da Bandeira, R. Passos Manuel, Praça da Liberdade, Av. dos Aliados, R. dos Clérigos, Praça de Lisboa, e no retorno, subindo-se a R. de S. António, estava praticamente concluído o percurso obrigatório. (...) O João do Porto é uma festa onde ricos e pobres convivem uma noite de inteira fraternidade e onde a festa é constante. Nos bairros, a festa continua e as comissões organizadoras de cada uma mantém o baile animado até altas horas da madrugada. (...)"

Os martelos de plástico já são um instrumento indispensável

Quando escurece, o céu enche-se de pequenos pontos de luz. Os tradicionais balões de S. João, confeccionados em papel com os mais variados tamanhos e cores, iluminam o firmamento.

Á meia-noite irrompe no céu o maravilhoso fogo de artifício

Veja o programa dos festejos 2007 da C.M.P