Partindo de um espantalho que a Matilde fez na Festa do Outono de Serralves, hoje ouvimos esta história e começamos a realizar alguns trabalhos sobre a mesma.
As flores Miosotis também são conhecidas como “não se esqueça de mim”. Visite-nos para partilharmos as noticias do que descobrimos, o que aprendemos e experimentamos, trocar ideias e experiências. E...não se esqueça de nós.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
O espantalho enamorado
Etiquetas:
Consciência Fonológica,
Histórias,
O Espantalho Enamorado
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Brincadeiras que ajudam a aprender
Etiquetas:
Actividades livres
terça-feira, 25 de setembro de 2012
O Jardim de Infância
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
OLÁ MENINOS E MENINAS:
É já amanhã, às 18h que realizaremos a reunião de Pais para conhecerem as novas instalações do nosso novo J.I. Na quarta-feira podem brincar um bocadinho de manhã na nova sala. Mas têm que trazer alguém adulto convosco. Na quinta-feira será então o dia todo.
Beijinhos meninos. Estamos mortinhas por vos voltar a ver!
Teresinha e Ed. Cristina
Etiquetas:
Regresso ás aulas
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
A Magia de Aprender
A Magia de aprender - Renato Paiva
A entrada no jardim-de-infância é uma etapa importante e desperta em todas as crianças a magia de aprender. Aprender brincadeiras novas, aprender o nome dos colegas, aprender a socializar, a partilhar, a imaginar, aprender regras, limites e permissões. Conhecem novos amigos, adultos cuidadores, novos espaços, brincadeiras, aprendem a respeitar o outro, os mais velhos, os momentos de silêncio, de escuta, aprendem músicas e muitas coisas novas. O normal é que as crianças gostem da escola, elas são por natureza curiosas e têm muito interesse em aprender.
A escolha do jardim-de-infância e da escola é uma preocupação presente na maioria dos pais. É uma escolha importante para a vida dos seus filhos, sobretudo do seu bem estar, da sua alegria, do seu sucesso. Escolha difícil e por vezes angustiante de quem tem de fazer uma escolha e fica na dúvida se terá sido realmente a melhor opção. Descansem! Se não for, rapidamente os vossos filhos vos darão essa indicação de forma bem entendível. A escolha da escola ou jardim-de-infância coloca grandes desafios aos pais e ponderações que dificultam a sua escolha. Proximidade do trabalho, instalações, actividades extra curriculares, segurança, recursos humanos, transporte,… Um emaranhado de equações e muitas contas de cabeça! Significativamente serão as pessoas que farão mais sentido às escolhas. São elas que podem fazer de uma pedreira um castelo, ou transformar um palácio numa ruína. São os professores, educadores, auxiliares, porteiros, vigilantes que serão os mestres na obra educativa dos seus filhos. Dedique-lhes especial atenção.
Os educadores têm a nobre tarefa de acolher a criança no seu primeiro contexto de aprendizagem mais formal. Que recebem de braços abertos as crianças risonhas, mas também as que fazem birra, choram e teimam em não querer deixar os pais. Os seus sorrisos contagiantes, a disponibilidade de fazer de princesa e ao mesmo tempo de bruxa má, despertam na criança a fantasia e o gosto por estar na sala, cheia de crianças com desafios diferentes, cabelos diferentes, nomes diferentes, culturas diferentes, que os tornam únicos e irrepetíveis.
Os professores do 1º ciclo têm o enorme desafio de iniciar as crianças nas aprendizagens formais. A eles cabe a honrosa tarefa de os ensinar a ler, a escrever e a contar, mas não só!
Têm o enorme desafio de tornar a aula numa sala de estar. Num lugar ameno e estimulante para onde as crianças gostem de fugir de casa para lá. Aprender não é, na maior parte das vezes, divertido. As crianças precisam que os conhecimentos da escola não atropelem a sua sabedoria. Gostam que as escutem antes de lhes dar receitas, e pespegam-se a imaginar problemas onde os adultos só procuram soluções.
As crianças precisam de alguém em quem confiar o escurinho das suas inquietudes. É por isso que apreciam aqueles a quem confiam as suas dúvidas, livres do medo de não se perderem no caminho de volta. As crianças precisam de transformar cada pinguinho de matérias enfadonhas num “imaginar”, cada vez que se passeiam na escola e que o encantamento que salta dos olhos de um professor lhes inunde a alma, sempre que as orienta e transforma uma mão cheia de dúvidas no desafio do conhecimento.
Contudo a magia e o gosto pela “Escola” parece ir-se desvanecendo ao longo dos anos. Vai-se perdendo o encanto de aprender em função de um desempenho que se quer de excelência, reconhecido e muito vistoso. Quebram-se frequentemente entrelaçados de afectos e vivências para uniões de conhecimentos, muitos deles, para as crianças, com pouco sentido.
Todos nós contamos pelos dedos de uma só mão os professores que realmente nos marcaram na nossa vida. Se reflectirmos um pouco, sobre o que nos lembramos desses professores, o mais normal é que nos recordemos da sua maneira de ser e estar e não da sua maneira de ensinar a tabuada, os pronomes ou os reis.
O modo de estar dos professores e dos educadores faz toda a diferença na forma como os alunos se envolvem e se encantam pela escola. É sem dúvida o professor e o educador, que fazem a diferença! Não são as boas ou más instalações, o muito ou pouco material disponível. São as relações humanas que marcam e contagiam as crianças.
São eles os mágicos com o poder de fazer desaparecer as naturais dificuldades de aprendizagem e fazer surgir, a alegria e o sucesso individual. Aprender é um constante desequilíbrio que nos permite conhecer mais e mais, mas custa! É um desafio grande desconstruir a realidade imaginária das crianças para o concreto que as norteia.
Para além da competência científica e pedagógica aprendida nas faculdades, os professores devem dominar a competência relacional e interpessoal. É o que faz a diferença. Cria o encanto pela aprendizagem, faz acreditar os alunos e os previne desde cedo para as dificuldades de aprendizagem, que muitas vezes despoletam pelas dificuldades de ensinagem.
O bem-estar educativo dos miúdos é demasiado importante.
Retirado daqui
Etiquetas:
Pais
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Jogo Interativo "Letras e Sons"
Carrega sobre a imagem e irás para a página do Biblioteca do Gigante onde podes jogar este jogo.
Queridos amiguinhos
Agora que estão quase de férias e como ao longo do ano demonstraram tanto gosto e competência para realizar jogos de consciência fonológica deixo-vos aqui mais um para experimentarem.
Foi tirado da BIblioteca do Gigante que é um projeto da empresa Lusoinfo Multimédia.
Alguns de vocês se calhar já o têm pois esteve á venda nas tabacarias.
Em setembro vai sair o Manual Digital que vos permitirá realizar diversas atividades de Lingua Portuguesa, Matemática e Estudo do Meio.
Etiquetas:
Intervenção na Leitura,
Jogos Interactivos
segunda-feira, 9 de julho de 2012
BOAS FÉRIAS !
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Transição Jardim-de-infância – 1º Ciclo
Transição Jardim-de-infância – 1º Ciclo - Um campo de possibilidades
1. Uma história feliz de transição
Vasco era um menino que fez um percurso normal de jardim-de-infância. Aos três anos, quando começou a frequentá-lo, o Vasco mostrou algumas dificuldades em adaptar as suas necessidades imediatas ao ritmo e necessidades do grande grupo. Por vezes era agressivo ou mesmo fisicamente violento. A educadora procurou que o Vasco fosse ajustando os seus comportamentos e incentiva-o com a ideia de pertença ao "grupo de amigos". Este sentido de pertença levou-o a progressivamente ir "ajustando" as suas necessidades individuais às do grupo. Terminados os três anos de jardim-de-infância, os pais do Vasco inscreveram-no na escola pública da zona, num 1º Ciclo bastante tradicional. Passadas semanas foi a própria professora do 1º Ciclo que telefonou à educadora a contar do Vasco: Que um dia estavam todas as crianças sentadas a trabalhar e que o Vasco levantou a mão e disse alto e bom som à professora: - Senhora professora, eu estou a ficar cansado de ficar tanto tempo sentado. Posso levantar-me?
A professora, desconcertada com a assertividade do Vasco, respondeu-lhe:
- Está bem, podes levantar-te.
O Vasco levantou-se, foi calmamente olhar lá para fora através das janelas.
- Já te consegues sentar? Pergunta a professora.
- Senhora professora, responde, preciso de estar ainda mais um bocadinho de pé.
Passados mais uns instantes, o Vasco voltou a ocupar o seu lugar, continuando a trabalhar.
Esta breve história ilustra uma integração com sucesso no 1º Ciclo, graças ao excelente trabalho feito pela educadora durante os anos pré-escolares.
A investigação a nível nacional e, sobretudo, a nível internacional, sublinha a importância das transições na vida da criança e do jovem, ou mesmo do adulto (Petriwsky, Thorpe e Tayler, 2005), podendo, por isso, causar perturbação emocional ou social, bem como descontinuidades na aprendizagem. Assegurar que cada transição seja bem sucedida é fundamental e significativo para o bem-estar social e emocional da criança mas, simultaneamente, importante para o seu desempenho cognitivo.
Os primeiros trabalhos internacionais a abordar esta problemática datam de 1975 e 1977, por iniciativa do Conselho da Europa, e explicam a necessidade de organizar a escolaridade, nomeadamente o último ano da educação pré-escolar e o 1º ano do ensino básico com maior flexibilidade com vista a facilitar a transição. O dicionário diz-nos que uma transição é uma "passagem de um local, estado, sentimento, assunto, para outro"; "fase ou período intermédio numa evolução ou processo evolutivo" (in: Dicionário da Academia das Ciências). Transição lembra ritos de passagem ou rituais de instituição, o atravessar de fronteiras. Segundo Griebel e Neisel (2003), as transições trazem descontinuidades. Em Portugal, os estudos de Nabuco (1992) e de Nabuco e Lobo (1997) demonstram que existem descontinuidades nas atitudes e comportamentos das crianças na transição entre a educação de infância e o 1º Ciclo.
As transições com sucesso são definidas como a ausência de problemas de maior numa variedade de processos (Entwisle e Alexander, 1988), que vão desde a adaptação do bebé à entrada na creche ou no jardim de infância (Bromstrom, 2002; Mize e Ladd, 1990) a uma adaptação positiva à escola do 1º Ciclo sob o ponto de vista emocional, social e intelectual (Yeboah, 2002; Griebel e Niesel, 2002). Mas também podemos descrever como as crianças fazem a sua transição para o ATL (Margetts, 1997), ou se as crianças e suas famílias estão preparadas (e se preparam) para estas transições (Niesel e Griebel, 1999).
2. Transição numa perspectiva ecológica
Bronfenbrenner (1989, 1987) descreve a adaptação da criança ao jardim-de-infância (ou ao 1º Ciclo) como paradigmática da sua competência para funcionar bem numa variedade de contextos ecológicos. Uma abordagem por sistemas ecológicos pressupõe que nenhuma das situações vividas pela criança opera de modo independente das outras, daí a profunda ligação entre o contexto pré-escolar, e a família, ou entre a escola do 1º Ciclo e o jardim de infância, sendo estes contextos simultaneamente afectados por outros factores externos (por exemplo, emprego dos pais; políticas locais de apoio à infância, etc.
Segundo Dunlop (2003), de acordo com a teoria de Bronfenbrenner, a criança em situação de transição ocupa, pelo menos, três microssistemas ecológicos: o mundo da família, o mundo do jardim de infância e o mundo da escola, contextos estes que são interdependentes. A intercepção entre estes microssistemas constitui aquilo a que Bronfenbrenner apelida de mesossistema. O exossistema engloba acontecimentos e iniciativas nas quais a criança pode não estar presente, mas que influenciam o contexto anterior. Questões como a habitação e a saúde, o emprego dos pais ou a organização comunitária, podem afectar a criança inserida na respectiva instituição, tornando a partilha de informação e a articulação conjunta como elementos cruciais. Finalmente, o macrossistema engloba as concepções teóricas, o sistema de valores, a cultura, as políticas governamentais que, de modo crucial, vão influenciar os níveis anteriores.
Assim, para que cada parte do sistema funcione efectivamente, torna-se necessária uma boa articulação entre sistemas: trabalho conjunto, passagem de informação, partilha de poder. Segundo Formosinho, "mais do que cenários desconcertados, as crianças beneficiam de sistemas de atenção e educação que estejam bem ligados entre si, cujas influências não se neutralizem ou curto-circuitem, mas que se completem mutuamente, proporcionando, no seu conjunto, oportunidades ricas e polivalentes" (Formosinho, 2000:12).
3. Aprendizagens nos primeiros anos: Competências Básicas
Durante muitos anos, pensava-se que uma inserção positiva na escolaridade básica se fazia através de processos directos de indução, nomeadamente usando fichas de iniciação à escrita e leitura ou exercícios gráficos em linhas ou papel quadriculado. Até aos anos 80, a investigação afirmava que os factores indicativos de uma inserção positiva no 1º Ciclo se prendiam com indicadores de sucesso escolar nas aprendizagens formais. Estudos mais recentes, desenvolvidos nos últimos vinte anos, apontam para um número muito mais amplo de competências indicativas de uma inserção positiva na escolaridade obrigatória à cabeça das quais se encontra a capacidade de aprender a aprender (Griebel e Niesel, 2003).
Em seguida, estão as competências sociais de cooperação, isto é, a capacidade de a criança se inserir num grupo de pares e de cooperar com eles no desenvolvimento de tarefas comuns (Griebel e Niesel, 2003). Para atingir este desempenho as crianças devem demonstrar ser capazes de fazer amigos e de serem aceites no grupo de colegas. Desde o final dos anos 80 que se desenvolvem estudos no âmbito da psicologia social que indicam que as crianças não-aceites entre os seus pares desenvolvem dificuldades nas aprendizagens formais, podendo ter insucesso educativo (Ladd, 1990, Asher and Coie, 1990). Entende-se, portanto, quão crucial se torna, durante os anos pré-escolares, uma intervenção precoce de modo a diminuir efeitos futuros das dificuldades de inserção social das crianças pequenas (Ktaz e Mclellan, 1996).
A autoconfiança é também uma competência decisiva na integração escolar. Uma criança com baixa auto-estima dificilmente se interessa pelos processos de aprendizagem mais elaborados que lhe vão ser exigidos. Por outro lado, a auto-estima está directamente correlacionada com a capacidade de se afirmar num grupo de pares. Criar situações para que a criança ganhe autoconfiança, se descubra a si própria como capaz de exercer o seu poder sobre as coisas e os objectos e, mesmo, as situações, de modo a modificá-los, é uma forma de intervir precocemente e de ajudar as crianças que, eventualmente, revelem maiores dificuldades.
A capacidade de autocontrolo é uma competência básica de inserção no 1º Ciclo. Quer nas suas interacções sociais, quer nos processos de gestão das actividades em sala de aula, a criança precisa de capacidade de domínio pessoal, de concentração, de fazer face à frustração. A história do Vasco, apresentada anteriormente, demonstra o nível de auto-controlo da criança e a forma como foi capaz de se exprimir assertivamente face à professora em vez de perturbar o ambiente de trabalho na sala de aula. A aquisição de hábitos de trabalho faz-se predominantemente nestas idades e a criatividade só pode emergir com base numa atitude de profunda disciplina interior e, mesmo, exterior. Decorrente desta competência está a capacidade de resiliência (Wustmann, 2003), isto é, a capacidade de fazer face à frustração ou, mesmo, à privação, à mudança, de forma dinâmica e positiva. A palavra resiliência é utilizada para descrever um conjunto de qualidades que apoiam a adaptação e a capacidade de fazer face à mudança, mesmo em circunstâncias difíceis (Bernard, 1995). A capacidade de resiliência leva a criança a ser forte, optimista, com uma dinâmica criativa face às adversidades, incorporando-as positivamente no seu desenvolvimento.
4. Da transição à articulação
Podemos considerar que articular implica cuidar das transições tornando-as educativas. Daí a importância de reforçar a "competência de aprender a aprender como organizar o seu próprio conhecimento e como usá-lo para a resolução de problemas e em situações de responsabilidade social" (Fthenakis, 2002). O dicionário diz-me que "articulação" é "o ponto de união entre as peças de um aparelho ou máquina" e que "articular" é "juntarem-se dois ou mais elementos para funcionar em conjunto ou formar um conjunto", é "adaptar, juntar, unir" (in Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa, 2001). A Lei de Bases do Sistema Educativo indica (Art. 8, ponto 2) que "a articulação entre ciclos obedece a uma sequencialidade progressiva, conferindo a cada ciclo a função de completar, aprofundar e alargar o ciclo anterior, numa perspectiva de unidade global do ensino básico". Este pressuposto da Lei é muito importante porque atribui ao ciclo seguinte a responsabilidade de dar continuidade ao ciclo anterior (e não vive versa, o que tem sido mais comummente praticado). Se considerarmos a necessidade de articulação entre o jardim de infância e o 1º Ciclo, a primeira coisa que os professores e educadores deverão fazer é conhecer os documentos curriculares orientadores dos respectivos níveis educativos que, eles próprios, dão orientações claras e precisas quanto á continuidade educativa e afirmando, no caso das Orientações Curriculares para a Educação Pré Escolar (DEB, 1997b), que "é função do educador proporcionar as condições para que cada criança tenha uma aprendizagem de sucesso na fase seguinte". Uma "articulação curricular" será então, "todas as actividades promovidas pela escola com o intuito de facilitar a transição entre o jardim-de-infância e o 1º CEB: dentro e fora do horário lectivo, dentro e fora da escola, com as crianças, com os pais, com os educadores e professores (…)" (Serra, 2004). Os educadores e os professores do 1º CEB deverão tomar iniciativas variadas conducentes a uma sequencialização dos dois níveis educativos, tornando-se necessária uma "construção da transição" (Griebel e Niesel, 2003), incorporando saberes e perspectivas das crianças, dos pais, dos professores e educadores, dos decisores políticos, etc.
No âmbito concreto da educação de infância, sem uma eficaz parceria com os pais (ou outros adultos que cuidem das crianças, num sentido amplo de família) não potenciaremos suficientemente as possibilidades de interacção com as crianças nas creches ou nos jardins-de-infância. No entanto, penso, também, que muito mais pode ser feito no dia-a-dia das creches e jardins-de-infância: desperdiçamos muitas oportunidades de desenvolvimento em contexto, feito a partir do que as crianças já sabem sobre o mundo, nomeando as suas experiências – em casa, na rua, no jardim público – e ajudando-as a descobrir que, com o nosso apoio, elas podem ainda ir mais longe na aventura maravilhosa do conhecimento. A criança precisa de nós, adultos e educadores, para poder tomar consciência dessas experiências, nomeá-las, organizá-las e integrá-las nos seus conhecimentos anteriores; ou para nos contar as suas descobertas ou a forma como resolveu os problemas; e encontrar, em nós, estímulo para continuar a descobrir.
Independentemente dos modelos curriculares adoptados pelos jardins de infância ou pelas escolas do 1ª CEB, acreditamos, no entanto, que uma metodologia comum de trabalho de projecto em sala de aula (Katz e Chard, 1997) poderá antecipar, promover e estimular os processos de aprendizagem e de co-construção do conhecimento. Acredito que a mesma metodologia aplicada à articulação do trabalho e à planificação comum entre professores dos diferentes níveis educativos irá contribuir para uma transição harmoniosa. Daí a premência de se trabalhar na "co-construção de processos de articulação" (Griebel e Niesel, 2003), garantindo que a criança se torne autora, isto é, sujeito das suas transições, "agente" do seu próprio desenvolvimento. Tal como o Vasco, agente do seu próprio desenvolvimento, capaz de explicar com assertividade à professora as suas necessidades e de o fazer tendo em consideração o contexto formal e social em que estava inserido. Haverá uma história mais feliz de transição?
in
Cadernos de Educação de Infância nº 81 - Agosto 2007
Etiquetas:
Articulação com o 1º Ciclo
O ano está a acabar ...
Este foi o presente que oferecemos às crianças no final de mais um ano letivo.
As aulas estão a acabar
e as férias a começar
para o ano cá estaremos
para muito trabalhar
Etiquetas:
Agenda 21,
Educar para a sustentabilidade
terça-feira, 3 de julho de 2012
A NOSSA FESTA DE FINALISTAS
Etiquetas:
Festa de Finalistas
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Festa de Finalistas
É já no próximo sábado que se realiza a nossa Festa de Finalistas.
Esta será uma festa especial uma vez que no próximo ano mudaremos de instalações para o
Centro Educativo das Campinas.
Etiquetas:
Festa de Finalistas
terça-feira, 26 de junho de 2012
A despedida da Inês
Hoje despedimo-nos da Inês.
Gostamos muito do tempo que passamos juntos. Para que ela se recorde sempre de nós oferecemos-lhe um trabalho coletivo com imagens dos momentos comuns.
Etiquetas:
Sarilhos do Amarelo
terça-feira, 19 de junho de 2012
Visita de Estudo ao Zoo de Lourosa
Etiquetas:
Visitas de Estudo,
Zoo de Lourosa
quinta-feira, 7 de junho de 2012
O mais importante é disciplinar
"O mais importante é disciplinar"
Interessante este artigo de Daniel Sampaio.
Veja AQUI o artigo
Interessante este artigo de Daniel Sampaio.
O psiquiatra considera a permissividade dos pais um risco e acredita que é fundamental saber dizer "não".
Veja AQUI o artigo
Etiquetas:
Reflexões
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Dia da Criança
![]() |
| This slideshow generated with Smilebox |
Etiquetas:
Dia da Criança,
Dias especiais
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Visita de estudo ao Zoo da Maia
Etiquetas:
Visitas de Estudo
terça-feira, 29 de maio de 2012
Última aula de Ballett
Hoje tivemos a última aula de Ballett.
Apesar de no início estarmos um pouco séticos quanto a esta atividade, à medida que as aulas decorriam fomos encontrando nelas algum encanto.
Apesar de no início estarmos um pouco séticos quanto a esta atividade, à medida que as aulas decorriam fomos encontrando nelas algum encanto.
Como recordação oferecemos á nossa professora Sofia um ramo de flores e um trabalho coletivo com desenhos sobre as aulas de ballett.
Etiquetas:
Ballet,
Porto de Crianças
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Sarilhos de Amarelo
Etiquetas:
Sarilhos do Amarelo
terça-feira, 8 de maio de 2012
Simulacro de evacuação por incêndio
Durante o dia de hoje estivemos a realizar com as crianças, uma formação sobre evacuação por incêndio. As crianças tiveram oportunidade de, a exemplo de anos anteriores, participar em exercícios de evacuação.
Desta vez, além de praticar a evacuação, tiveram oportunidade de visualizar dois filmes que abordam os diversos comportamentos a ter durante uma situação de incêndio.
Estes exercícios são muito importantes porque nos ajudam a estar preparados para agir corretamente numa situação real de perigo.
Etiquetas:
Simulacro de incêndio
domingo, 6 de maio de 2012
Dia da Mãe 2012
Etiquetas:
Dia da Mãe
sexta-feira, 4 de maio de 2012
A prenda da Mãe
Etiquetas:
Dia da Mãe,
Presentes
Subscrever:
Mensagens (Atom)














