segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Ai que frio!

Hoje começamos a enfeitar a sala para a quadra natalícia que se aproxima.

Como está a arrefecer nada melhor que realizarmos os primeiros flocos de neve . Com papel de rascunho dobramos e cortamos.
Foi uma actividade muito gira que permitiu que observasses as simetrias. Verificamos que quanto mais recortado estava o papel mais bonito saía o floco de neve.
Alguns ficaram mesmo artísticos!


sábado, 20 de novembro de 2010

Desenvolvimento do sentido de número


Na nossa sala são diversas as situações em que as crianças são confrontadas com oportunidades de contagem. Exemplo disso é o registo diário das presenças, das crianças que comem de faca e garfo (4/5 anos) ou de colher (3 anos), a contagem do número de pacotes de leite a colocar para o lanche da manhã, etc.






De igual forma perante problemas do seu quotidiano envolvendo adições e subtracções, as crianças desenvolvem estratégias operativas: Sempre que após o registo diário das presenças chega uma nova criança as crianças são confrontadas com a necessidade de realizar uma adição emergindo assim as suas capacidades operativas. .

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Carta da Francisca ao Pai Natal

"A aprendizagem da leitura é o resultado de milhares de interacções com o mundo da escrita, das imagens e dos sons. Ela acontece tanto mais eficazmente quanto maior for o «convívio » da criança com os livros, as histórias e o material de escrita em geral."



Conseguir que a criança pré-escolar esteja preparada para a aprendizagem da leitura e chegue à escola primária com o gosto pelos livros e pela escrita, é um dos nossos objectivos. Um objectivo ambicioso, talvez, mas não menos necessário.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Área das descobertas

Esta é a nova área de trabalho que temos na nossa sala. Surgiu das observações que temos vindo a realizar e consequente necessidade que as crianças sentiram de ter um local onde agrupar todo o material que temos vindo a recolher.




Nela estão:
- Os frutos do Outono
*Ouriços e castanhas;
*Amêndoas ao natural (tal qual estão na amendoeira), já só com a casca dura e só com a camisa castanha;
*Um ramo com azeitonas;

- As cores primárias que dão origem às três cores secundárias que já encontramos - laranja, roxo e verde - e todo o material de observação e registo.

- Uma lupa para observação mais promenorizada ...
-Um CD e uma lanterna para observarmos o arco-íris;
Para já é só, mas ao longo do ano muitos outros materiais surgirão.


As actividades das crianças estão desde cedo recheadas de ciência:
-quando chuta uma bola com mais ou menos força;
-quando brinca na banheira com objectos que flutuam ou não;
-quando faz construções de areia;
-quando enche e esvazia recipientes com água;
-quando mistura tintas;

As aprendizagens que a criança realiza na altura, partem da acção e da manipulação dos objectos que tem à sua disposição. Interagindo com eles a criança aprende que "se fizer isto acontece aquilo" e por isso "para que aconteça aquilo tem que se fazer isto".

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Á descoberta das cores secundárias

Esta foi a história que a Educadora Ana trouxe este mês no seu Baú Andarilho.

Como de costume no final pediu-nos para realizarmos uma actividade relacionada com o que ouvimos. A nossa escolha recaiu sobre as cores. Descobrir como surgem algumas cores do arco-íris.

Já fizemos diversas experiências e através delas descobrimos algumas cores:
Misturamos plasticina amarela e vermelha;

Plasticina azul e amarela

Plasticina vermelha e azul;


E descobrimos que azul e vermelho dá roxo;

Vermelho misturado com amarelo dá origem à cor laranja;


E se misturarmos a cor azul com a cor amarela obtemos o verde;



Mas não nos ficamos por aqui!

Realizamos diversas vezes estas misturas para confirmarmos as nossas descobertas.
















Com tantas descobertas e experiências até parecemos cientistas!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O NOSSO MAGUSTO

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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O Ouriço Picadela

Hoje foi dia de S. Martinho nada melhor do que ouvirmos a história "O ouriço Picadela".
Como hoje é quinta-feira, dia de estágio da Ilda, foi ela que nos contou a história.
(Se quiser fazer download da história visite o nosso blog de partilhas).
 
E como não podia deixar de ser, estivemos a perceber porque é que aquele ouriço de chamava Picadela.

No final construímos um painel colectivo do castanheiro onde vivia o Ouriço Picadela.

História da Maria Castanha

Doce de Abóbora

Com a abóbora maior que a Ilda trouxe estivemos a fazer Doce de Abóbora. Era tão macia que mesmo os mais pequeninos, equipados com as faquinhas de plástico da nossa Casinha das Bonecas, conseguiram participar.

 Depois de termos tudo cortado um bocadinhos pequeninos começamos a colocar o açúcar. Não queremos deixar de agradecer à mãe do Henrique por nos ter, gentilmente, oferecido o açúcar.

 Copo a copo lá fomos adicionando o açúcar.
 A Catarina muito atenta ia registando com pauzinhos o número de copos de açúcar adicionados.
O número de paus de canela e cascas de laranja.
Quando adicionamos todos os ingredientes foi necessário levar à cozinha e colocar no fogão.

 
Enquanto esperávamos que o doce estivesse pronto fomos adiantando trabalho. Começamos a descascar as amêndoas para adicionar.
- Com cuidado pois para sair bem a casca, elas têm que ser demolhadas em água muito quente ! disse a nossa Educadora.
Foi um trabalho minucioso para as nossas mãozinhos mas só faz bem, desenvolve a nossa motricidade fina.
 No final a Ilda e a nossa Educadora estiveram a mostrar-nos uma amêndoa ainda antes de ser descascada. Depois de termos manipulado, abanado o fruto e verificado que tem uma casca áspera, ainda pudemos perceber, pela força que foi necessário fazer para a partir, que a casca é também muito dura.
E pronto por hoje chega. Agora falta encher os frascos, tapar e enfeitar.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Corre corre cabacinha

Temos uma notícia para vos dar.
A Ilda passou a estar na nossa sala ás quartas-feiras e quintas-feiras.
Como ela está a fazer o mestrado em Educação de Infância pediu à nossa Educadora para realizar o seu estagio na nossa sala. Nos primeiros dias estranhamos um pouco pois a Teresinha teve de ir para a sala da Educadora Carla para ela não ficar sozinha, mas agora já nos habituamos. Até estamos a gostar pois ela tem ideias de actividades muito giras para fazermos.
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Esta semana a Ilda contou-nos a história Corre Corre Cabacinha escrita pela Eva Mejuto e ilustrada pelo André Letria


Depois estivemos como de costume, a conversa sobre aquilo que ouvimos. Uma coisa de que falamos foi sobre o significado da palavra Cabacinha. O que é uma Cabacinha? Será um carro onde a velhinha entrou e rolou para fugir das feras? Será ...
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Se calhar porque já adivinhava que ia surgir esta dúvida, a Ilda trouxe vários tipos de cabaças ou abóboras (como por cá lhes chamamos) para nós vermos o que é.
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AH! Afinal nós até sabíamos o que é uma cabaça! É aquilo laranja que se vende no supermercado e que a mãe põe na sopa.
Laranja? Mas estas abóboras não são todas laranjas. Afinal não há só abóboras laranja. Há amarelas, verdes, amarelas e verdes às manchas, cinzentas, umas baixas e grandes, outras altas que parecem pêras....


Umas pequenas e leves que até podemos pegar e explorar.



Outras tão pesadas que nem se mexem quando tentamos pegar.

Umas grandes e outras tão pequeninas.



A Ilda trouxe tantas que o Gustavo até teve de as contar para ficarmos a saber quantas eram.

Depois de tantas descobertas e aprendizagens terminamos a manhã enfeitando as abóboras mais pequeninas.
QUE MANHÃ TÃO BEM PASSADA!