segunda-feira, 27 de junho de 2022

FÉRIAS E MIÚDOS: NÃO TEM QUE SER UM PESADELO!

Férias e miúdos: não tem que ser um pesadelo!

Adoro estar de férias com a minha família e isso inclui, como é óbvio, a minha filha, mas sei que muita gente não vive este momento com a mesma intensidade com que eu vivo! 🙂

A minha filha tem três anos e, como qualquer criança de três anos, necessita de imensa atenção e tem uma energia inesgotável! Se me cansa? Claro que me cansa! E leva-me, algumas vezes, ao desespero! Só que depois penso “passo o ano inteiro a desejar estes dias, a desejar mais tempo com ela” fecho os olhos e respiro fundo. Resulta! Também me lembro muitas vezes que também eles precisam de férias, precisam mesmo muito, e precisam também (IMENSO) de estar com os pais.

Muitas das vezes o problema é que nos esquecemos que são crianças e que as crianças são mesmo assim, elétricas! O meu filho mais velho dizia-me uma vez na praia: “Eu não tenho nada para fazer e eu sou criança, preciso de brincar!” Serviu-me de lição! Realmente as crianças precisam é de brincar e de se mexer e de saltar e de correr! 🙂

Os miúdos têm energia para dar e vender e mesmo quando nós já estamos quase mortos, eles continuam com a pilha em alta. E com o calor? Em que nós quase não nos mexemos a abafar e eles parecem ligados à corrente? É sempre assim, não é verdade? Não há quem os entenda! 🙂

Por isso uma ajuda, porque férias e miúdos não tem que ser um pesadelo!

Então o que podemos fazer para melhorar toda esta situação?
  • Primeiro, e MUITO IMPORTANTE, perceber que os miúdos são mesmo assim e fazer o exercício de nos colocarmos no lugar deles.
  • Depois, e igualmente muito importante, relativizar! Por aqui não há grandes preocupações com rotinas e mesmo com a alimentação respiro fundo. Tenho que respirar! Um dia não são dias e semanas não são um ano, muito menos uma vida!
  • Tentar fazer coisas que agradem aos miúdos. Praia, parque, piscina são algo que costumam adorar! E guardar alguns momentos para atividades mais calmas: uma história, um desenho, um filme!
  • Perceber se há um kids club por perto ou outras crianças com quem possam brincar. Se não houver, lá nos calha a nós! 🙂
  • Às refeições opte por algo que agrade, dentro, como é óbvio, de opções saudáveis. Aqui em casa funcionam muito bem as saladas coloridas e os grelhados. Como adora gelados, opto por fazer caseiros, e assim consigo o equilíbrio perfeito entre o que ela gosta e o que deve comer (pode ver receitas aqui e aqui)! 🙂
  • Negoceie e mantenha-se firme. Cá em casa tentamos que perceba que, se quer atenção, também tem que permitir que tenhamos tempo para nós. Bem sei que é difícil, principalmente quando são muito pequenos, mas é de pequenino que se começa, por isso…
  • Use de toda a criatividade possível e invente atividades! Há imensas no Pinterest e eu já experimentei algumas, quer que as partilhe de novo?
  • Convença-se que vai chegar ao fim das férias fisicamente cansada, não há como não, mas lembre-se que é nas férias que tem o tempo todo para o melhor do seu mundo. Estou errada? Penso que não!

Recorde-se sempre disto: os filhos necessitam muito de tempo com os pais, MUITO MESMO, e as férias são das poucas oportunidades que têm para o fazer, não as desperdice com o que não interessa! 🙂

Agora diga-me já está mais convencida de que férias e miúdos não tem que ser um pesadelo?

*Beijinhos*

Sofia " sofiasalgadomota

sábado, 2 de abril de 2022

A MINHA FILHA (TAMBÉM) É CONDICIONAL!

" Hoje decidi escrever sobre um assunto que preocupa imensos pais. Um assunto delicado e que causa alguma ansiedade. Mas não tem que ser assim. Não mesmo! Escrevo porque, apesar de ainda faltar algum tempo, também estou na mesma situação, isto porque a Carlota nasceu depois do dia 15 de setembro, por isso é condicional.

Sim, a minha filha (também) é condicional!

Antes de mais um esclarecimento, o que é isso de ser condicional? Todas as crianças nascidas até ao dia 15 de setembro têm, obrigatoriamente, que entrar para o primeiro ciclo no ano em que completam seis anos. As outras não. As outras estão condicionadas às vagas existentes ou à opção do pais.

Sou educadora, sou filha de uma antiga professora primária, conheço os dois mundos muito bem para saber que se a Carlota tiver que ficar mais um ano na pré-escola não há problema nenhum! Aliás, não sei se não ficará por opção nossa, a ver vamos!

E tudo porque sei o que está em causa. Sei, por exemplo, o quanto a maturidade emocional é importante, talvez seja “O” mais importante. Porque havemos de querer que uma criança vá para a escola, se ainda só pensa em brincar? Ou se não consegue lidar com a frustração de não conseguir realizar uma tarefa? Ou se chora de cada vez que se depara com um problema? Por que vamos sujeita-la a estar sentada uma data de horas, quando ela ainda não percebe muito bem porque tem que o fazer? PORQUÊ? Para poder dizer que está na escola, para não ter um problema quando as pessoas acharem que está atrasada. Não é atraso minha gente, não é uma retenção, é apenas uma espera, e uma espera tão, mas tão boa!

Vamos desmistificar esta ideia de que os condicionais atrasam! Não atrasam, ganham! Na verdade nesta equação entre o que se ganha e o que se perde, é muito mais o ganho do que perda! Compreendo a aflição, a preocupação, mas lembre-se que a idade ótima para a aprendizagem da leitura e da escrita são os 7 anos, não são os seis e muito menos os cinco. Não vamos ter pressa, não vamos obrigar as crianças a crescer… à pressa! Não vamos obrigar as crianças a estar sentadas, quando ainda não entendem porque têm que o fazer. Não vamos! Vamos ter calma, vamos respirar e pensar, pensar nelas! Vamos pensar mais nesse ser tão importante para as nossas vidas e deixar de pensar no que os outros dizem! 🙂

Se pode correr bem, claro que pode, muitas vezes corre, mas… será que vale a pena o risco? O que acha? Como faria? Como fez? Dê-me a sua opinião! 🙂

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*Beijinhos*

Sofia " sofiasalgadomota

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

OS MIÚDOS PRECISAM DE FÉRIAS!

" Os miúdos também precisam de descansar. Sim, eles também se cansam da escola, das rotinas, dos horários rígidos que o dia-a-dia acarreta! Precisam tanto ou mais do que nós. Precisam de sair da rotina, de estar em casa, de brincar livremente sem a pressão das regras, precisam de não ter horas para nada, de não fazer nada… e precisam, acima de tudo, de tempo com os pais.

E os pais também precisam de tempo com os filhos. Na correria dos dias, muitas vezes não temos tempo para desfrutar da família, de olhar para os nossos filhos e, naquele curto espaço de tempo, vê-los crescer.

Por isso, o meu conselho é que aproveitem bem cada momento disponível, sentem-se, olhem para eles, brinquem, porque o tempo passa depressa de mais e eles crescem a uma velocidade estonteante. Acredite em mim, que vi 23 anos passarem num abrir e fechar de olhos! 🙂

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*Beijinhos*

Sofia " sofiasalgadomota

domingo, 12 de dezembro de 2021

Etiquetas de Natal









 

sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Boneco de Neve





 

quinta-feira, 7 de outubro de 2021

AS CRIANÇAS PRECISAM DE LIMITES!

"As crianças precisam de limites!

Tenho uma amiga que diz que mimo a mais não existe, o que existe é falta de limites. Eu também acho! Até porque mimo, como expliquei aqui, é acarinhar, é aconchegar e, por isso, não estraga, faz bem. Já a falta de limites estraga, e muito!

Acredito mesmo que as crianças precisam de limites!

No entanto, quando comento esta frase com alguém, noto alguma confusão com o conceito. Percebo que as pessoas consideram que colocar limites é o mesmo que gritar, castigar ou até dar uma palmada. Só que não é disso que se trata. Os limites são apenas regras que os adultos criam para, simplesmente, proteger a criança!

Sim, os limites servem para proteger!

Quando uma criança não tem limites, que é como quem diz ‘faz o que quer’, não sabe até onde pode ir, não sabe com o que pode contar, não tem quem a guie. Isto faz com que a criança se sinta insegura e desprotegida. Sim, os limites dão uma enorme segurança à criança. E sabe que mais, quem manda em casa são os pais, que são os adultos e têm o dever de proteger os filhos.

Vamos a alguns exemplos:

Por que razão devem as crianças lavar as mãos antes de ir para a mesa? Para evitar doenças! Por que devem colocar o chapéu para brincar na rua? Porque o sol em excesso faz mal! Por que devem ter rotinas de sono consistentes e adequadas? Porque essa regra proporciona bem-estar físico e psicológico!

Mas há mais. Há a sopa que deve ser comida, o banho que deve ser tomado, os dentes que devem ser lavados, o cinto que deve ser colocado no carro…

Estes são apenas alguns exemplos, mas há tantos limites que devemos colocar aos nossos filhos para que eles cresçam de forma saudável. E (sabe que mais?) estas regras devem ser adequadas e, muitas das vezes, não negociáveis, são assim e pronto. E acredite, se as regras foram razoáveis, se respeitarem a criança e se, acima de tudo, forem consistentes e coerentes, corre tudo bem! 🙂


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*Beijinhos*

Sofia " sofiasalgadomota

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

POR QUE É A CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA TÃO IMPORTANTE?

Desenvolver a consciência fonológica representa algo importantíssimo quando chega a hora de aprender a ler e a escrever! Saber por que som ou letra começa ou acaba uma palavra, perceber os sons das palavras, identificar rimas, fazer divisão das palavras em sílabas, são tudo coisas simples para nós adultos, mas extremamente complexas para as crianças. 

"Aprender a ler e escrever não é um processo natural como aprender a falar. Para a aprendizagem da leitura e da escrita são determinantes a reflexão sobre a oralidade e a capacidade de analisar e manipular os sons da fala – consciência fonológica.

A escrita da língua portuguesa é uma escrita alfabética, na qual a unidade escrita (grafema) é relacionada à unidade sonora da palavra (fonema). Desta forma, para aprender a ler e escrever, em função de um código alfabético, é necessário saber que a fala é um continuum sonoro formado por palavras que se segmentam em sílabas e que estas, por sua vez, se segmentam em unidades mínimas – os fonemas. Essa competência refere-se à consciência fonológica. Desta forma, o treino de consciência fonológica deve preceder a aprendizagem da leitura e escrita pelo que em idade pré-escolar, deve promover-se essa competência."

Durante os anos letivos anteriores desenvolvemos diversas atividades de fonologia que ajudaram as crianças a desenvolver essas competências.

Durante este ano vamos disponibilizar aqui no blogue jogos que foram realizados por nós e utilizados durante os anos passados.






quarta-feira, 15 de setembro de 2021

terça-feira, 14 de setembro de 2021

CINCO RAZÕES PORQUE DEVEM AS CRIANÇAS BRINCAR COM LEGOS!

 

Os Legos existem na minha memória desde sempre, e a minha memória existe já há muito tempo! Quando era pequena, era grande fã. Tinha imensos e em conjunto com os meus dois irmãos passava horas naquilo. Casas, cidades, quintas, carros e carrinhos, de tudo nós construíamos… TUDO!

Cada vez mais elaborados, a verdade é que os legos estão aí para ficar.

Mas, porque são os legos importantes?

"Porque quando a criança brinca livremente com peças de encaixe  desenvolve uma série de competências, que serão importantíssimas pela vida fora. Não há criança que não goste (eu não conheço!) e se começam sem saber muito bem o que fazer, rapidamente aprendem, criando construções dignas de um qualquer arquiteto.

Mas, que competências desenvolve a criança quando brinca com legos? São eles assim tão importantes?
As cinco razões porque devem as crianças brincar com legos são:
  1. Motricidade – A fina, principalmente, quando encaixa e movimenta as diferentes peças.
  2. Matemática – Com os legos a criança trabalha conceitos tão importantes como a classificação (agrupa por cores, tamanhos, etc.) ou a seriação (coloca por ordem). Desenvolve também a noção de espaço, percebe as cores, a diferenciação de tamanho e a quantidade. Esta atividade espontânea da criança permite-lhe perceber o mundo de forma lúdica e divertida.
  3. Resolução de problemas – Os problemas são algo que acontece vezes sem conta, durante toda a vida, com as crianças não é diferente. Mas o que para nós, adulto, é fácil de decifrar, para uma criança, muitas vezes, imensas vezes, não o é. Uma torre que cai, uma peça que não encaixa, uma peça que falta, muitas são as situações com que se depara enquanto constrói e muitas são as vezes em que, de forma autónoma, vai ter que resolver esse problema.
  4. Auto-estima e autonomia – Quando uma criança resolve os problemas de forma autónoma, vê crescer a sua auto-estima, ao mesmo tempo que desenvolve a autonomia.
  5. Criatividade e imaginação – Para mim uma das mais importantes competências a desenvolver na criança e os legos são ótimos para isso. Quando entregamos a uma criança uma data de peças, a sua reação é criar, é algo natural. Criam torres, cidades, veículos e criam, ao mesmo tempo, histórias e personagens, vivem aventuras e personificam a vida real. Na verdade, mesmo quando oferecemos legos com peças para construir algo standard, o que a criança vai fazer não é replicar o que na caixa, o que a criança vai fazer é criar algo novo. E assim tem muita mais piada."

Deixo aqui 11 sugestões surpreendentes para usar os Legos com crianças.

domingo, 12 de setembro de 2021

Ideias para Quadros de Aniversário

 














AS COMPETÊNCIAS SOCIAIS TÊM QUE SER ENSINADAS!

"   As competências sociais têm que ser ensinadas!

As crianças não nascem ensinadas, nascem com personalidade, com características intrínsecas, mas, no que às competências sociais diz respeito, cabe-nós a nós, adultos, educar! Somos educadores, a nossa função é educar e por educar entenda-se ensinar! Acredito, no entanto, que o exemplo é a melhor forma de o fazer e por essa essa razão temos que ter muito cuidado com certas atitudes. Os miúdos aprendem por imitação, para o bem e para o mal. 🙂

As competências sociais têm que ser ensinadas…

As regras de convivência existem por uma questão de respeito perante as outras pessoas. E o respeito é uma coisa tão bonita, não é? Vou, por isso, dar alguns exemplos acerca do que devemos ensinar às crianças:

  • A esperar – nas filas pela sua vez, pela comida na mesa, que a mãe termine uma conversa… Saber esperar é uma competência importante e que será importante pela vida fora!
  • A cumprimentar – olá, boa tarde, boa noite, são cumprimentos simples e que mostram, acima de tudo, respeito pelas outras pessoas.
  • A agradecer – dizer obrigado não fica só bem, é uma forma de mostrar que apreciámos o que alguém fez e isso vai deixá-la feliz!
  • A pedir desculpa – se fez algo que não devia ter feito, deve pedir desculpa, é básico. Apesar de eu defender que as desculpas não se pedem, evitam-se, um pedido de desculpas sincero é muito importante.

Agora diga-me, o que pensa acerca disto? Considera importante ensinarmos competências sociais às crianças? Tem alguma a acrescentar?


Texto de sofiasalgadomota

sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Dicas para facilitar a adaptação aos primeiros dias no Jardim de Infância

 9 dicas para manter a sua equipa feliz - Equipa feliz


O regresso às rotinas escolares não é fácil para quase nenhuma criança. Contudo, quando falamos em crianças em creche ou pré-escolar a situação pode ser ainda mais complicada. 

 No entanto, existem diversas formas de tornar o início do ano letivo em algo mais simples para as crianças, e é exatamente sobre isso que escrevemos hoje. 

 4 dicas para facilitar o regresso à rotina escolar 

O período de férias pode ser algo que uma criança aproveita de forma ímpar, contudo, quando chega a altura de voltar à rotina, a situação pode, por vezes, sair fora do controlo de muitas educadoras de infância. 

 Os choros, os horários diferentes e a separação dos pais pode ser algo que influencia negativamente esta nova fase para qualquer criança.

Mas as dicas que lhe vamos dar de seguida, podem facilitar o processo. Conheça-as: 


1. Tenha tempo para conhecer as crianças 

É importante que passe tempo com cada uma das crianças, de forma a dar-se a conhecer e fazer com que elas a conheçam um pouco melhor (e que confiem em si). 

Desta forma, criará alguma intimidade com as crianças e fará com que a ida para a escola não seja tão dramática como costuma ser. Durante as primeiras semanas do ano letivo, reserve na sua rotina diária momentos em que se junta a uma criança ou a um pequeno grupo de crianças e simplesmente alinhe na brincadeira em curso. 


2. Organize uma atividade de boas vindas para as crianças 

Uma forma de fazer com que as crianças se distraiam e nem pensem nos pais ou nas férias, passa por organizar algumas atividades que o ajudem não só a integrar-se melhor, como também a divertirem-se. 

 Algumas atividades que pode fazer são:

Árvore dos sonhos – Cada criança desenha o seu sonho numa folha, depois de partilhados em grande grupo, os desenhos são colocadas na árvore que afixa-se numa parede perto da área onde as crianças por norma mais relaxam na sala, por exemplo: área da leitura; 

Teatro de fantoches O mesmo deve ser realizado pelos educadores de infância e retratar um tema que permita que as crianças se concentrem e possam depois partilhar as suas ideias sobre o tema. Deixe as crianças explorarem os fantoches e a diversão está garantida; 

Jogo ao ar livre Pode ser qualquer tipo de jogo ou atividade que promova a interação entre crianças e educadores (jogo da macaca, apanhada, futebol…) para que a entrada na rotina escolar seja progressiva em oposição às férias em casa. Se o clima o permitir, durante o período de reiniciação do ano letivo, passe o maior tempo possível ao ar livre com o seu grupo. 


9 dicas para manter a sua equipa feliz - trabalho em equipe

3. Flexibilize a rotina diária 

Outro ponto que pode favorecer o regresso à rotina escolar passa por deixar flexibilizar um pouco a rotina diária das primeiras semanas e deixar as crianças fazerem um pouco aquilo que querem. Embora saibamos a importância de se cumprirem as regras e as rotinas, minimize as mesmas e pergunte às crianças o que é que gostariam de fazer naquele momento. Assim também terá uma oportunidade de analisar quais os interesses e necessidades do grupo o que facilitará a sua avaliação diagnóstica. 

 Não pressione uma criança a fazer algo que ela não quer ou gosta nos primeiros dias de regresso ou integração na rotina escolar, como por exemplo comer a refeição toda. Caso contrário, irá apenas fazer com que a criança não queira voltar à rotina e facilitará, certamente, as birras desnecessárias. 



4. Interaja com os pais 

Sabemos que os pais são peça chave na adaptação ou readaptação das crianças às rotinas escolares e é extremamente importante tê-los do “nosso lado”. Quando os pais forem levar a criança à escola, interaja o máximo possível com eles. Se for a primeira vez no colégio, pergunte se existe algo que a criança gosta muito de fazer (ou algo com que não se sinta à vontade), se já frequentou outro colégio anteriormente, etc. Peça-lhes fotografias em família para afixar nas paredes da sala e permita que a criança traga um brinquedo de casa. 

Se é um pai que já conhece do ano letivo anterior, pergunte como foram as férias e peça até que tragam uma ou duas fotografias dessas férias para colocar na parede da sala, por exemplo. 

Enfim, pergunte o máximo de informações que permita uma maior e melhor interação entre si e a própria criança, pois todos sabemos que cada criança é única e tem o seu próprio ritmo. 

É também fundamental sensibilizar os pais para a necessidade de eles terem que se ir embora passados poucos minutos quando levam a criança ao colégio nos primeiros dias, mesmo que a criança fique a chorar. Porquê? Porque quanto mais os pais permanecem na escola naquele momento da manhã, mais se prolonga a ansiedade e o posterior descontrolo emocional tão natural nos momentos da separação, mas que todos nós, educadores de infância, sabemos ser temporário porque as crianças passados pucos minutos já estão a brincar com os novos amigos! 

9 dicas para manter a sua equipa feliz - trabalho em equipe

Estas são apenas 4 dicas que permitem que o regresso às rotinas escolares não seja um bicho de sete cabeças. Torne os primeiros dias especialmente divertidos e inesquecíveis de forma a que todos fiquem entusiasmados para voltar no dia seguinte, até você!

Retirado do site

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